O ASSÉDIO
Os primeiros dias nas Mabubas enquanro o Esq. se instala aquilo de que mais se fala e põe e pôe as militares em pulgas saltonas de assédias corridas são os milhares de raparigas outras tantas bem maduras cabritas, mulatas, boas escuras alguns corpos perfeitos de bronze puro luzidio lavando-se nuas no rio livros sem preconceitos. Atrás deste mar de mulherio que deambulava entre sanzalas estradas veredas rio mercados indígenas, andavam magalas às dezenas obcecados por tanto bronze ondulando provocatório à sua solta, inchando.
Com quase 3 meses de seca e hipótese de melhor a sopa não há ninguém que não caia num estado levado da breca que eriça os desejos e dopa o sangue a dar de vaia. Neste estado o magala ensaia um assédio destemido a tudo o que usava vestido blusa e saia nada por baixo deixando entrever a cada passo definido o corpo feminino delicado, belo, divino maravilha das maravilhas a que macho algum se furta uma irreprimível tentação de penetrar com a perna curta a fenda entre coxas e virilhas o fundo e gostoso espaço que quer tenha ou não o cabaço nos faz perder o tino e juízo e, a salto ir e vir do paraíso.
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